Matheus Costa chegou a ser comunicado da saída pela manhã, mas Roberto Graziano interveio e bancou a permanência. Episódio expõe racha interno e falta de comando claro no clube.
Esta quarta-feira (14) ficará marcada na história do Guarani, mas não por uma conquista em campo. O clube protagonizou um dia de caos administrativo e amadorismo que expôs as fraturas em sua gestão. O técnico Matheus Costa viveu uma montanha-russa: foi demitido pela manhã e readmitido à tarde.
Segundo apuração dos bastidores, a diretoria do Bugre comunicou a dispensa do treinador logo cedo, por telefone. A decisão parecia definitiva até que o investidor Roberto Graziano — empresário que arrematou o Estádio Brinco de Ouro em leilão há mais de uma década — entrou em cena.
O Veto do “Dono”
Graziano não concordou com a demissão e vetou a decisão da diretoria estatutária. Diante da intervenção do investidor, o departamento de futebol recuou e cancelou a saída de Matheus Costa, gerando uma situação constrangedora e inusitada.
Silêncio e Incertezas
Durante todo o dia, o Guarani adotou a lei do silêncio. Nenhuma nota oficial foi publicada nas redes sociais para explicar o “vai e vem” do comando técnico.
O episódio levanta dúvidas sérias sobre a hierarquia no clube: quem realmente manda no futebol do Bugre? A diretoria eleita ou Roberto Graziano? A falta de transparência sobre o grau de ingerência e investimento do empresário no departamento de futebol deixa a torcida bugrina apreensiva sobre o planejamento para a temporada 2026.
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