Mesmo começando no banco, joia brasileira entrou no intervalo, incendiou o jogo contra o Pafos e foi o nome mais comentado nas redes sociais.
Por Redação Esportiva | Londres, Inglaterra
O Chelsea venceu o Pafos por 1 a 0 na última quarta-feira (21), em Stamford Bridge, pela sétima rodada da fase de liga da Champions League. No entanto, o placar magro e a atuação coletiva burocrática ficaram em segundo plano diante da performance de Estêvão. O jovem atacante brasileiro voltou a roubar a cena e reacendeu o debate sobre sua presença entre os 11 iniciais dos Blues.
Como tem sido recorrente nas últimas partidas, Estêvão iniciou o confronto no banco de reservas. O técnico optou por colocá-lo em campo logo após o intervalo, no lugar do capitão Reece James, com a missão de dar verticalidade a um ataque que sofria para furar o bloqueio da equipe do Chipre.
Impacto imediato e números sólidos
Em apenas 45 minutos, o camisa 20 mudou o ritmo ofensivo do Chelsea. Seus números refletem a agressividade em campo:
- Finalizações: 2 chutes perigosos ao gol.
- Dribles: 3 fintas completas que desestruturaram a defesa adversária.
- Atuação: Participação ativa na criação de jogadas, mesmo sem balançar as redes ou registrar assistência oficial.
Pressão sobre o comando técnico
Enquanto Estêvão era ovacionado pela facilidade em criar jogadas, seus companheiros que iniciaram a partida foram alvos de duras críticas dos torcedores. Nas redes sociais, o nome do brasileiro chegou aos tópicos mais comentados, com muitos fãs classificando como “insustentável” sua permanência na reserva.
“Estêvão precisa de 10 minutos para fazer o que os outros não fazem em 90. É outro nível de talento”, escreveu um torcedor no X (antigo Twitter). Outro fã foi mais direto: “O Chelsea joga um futebol antes do Estêvão e outro, muito mais perigoso, depois que ele entra”.
Giro do Mercado e dos Gramados
A partida também ocorreu em meio a um cenário agitado no futebol brasileiro e internacional:
- Fluminense: Torcedores do Botafogo expressaram choque com a ida de Savarino para o Tricolor das Laranjeiras.
- São Paulo: A saída de Julio Casares da presidência do clube paulista gerou reações diversas entre rivais e aliados.
- Palmeiras: Críticas pesadas ao técnico Abel Ferreira após uma derrota recente, sinalizando pressão no comando alviverde.
Com o desempenho em alta, a expectativa agora gira em torno da escalação para o próximo compromisso do Chelsea. Estêvão parece ter dado o recado final: o banco de reservas ficou pequeno para o seu futebol.