Tribunal de Justiça confirma ilegalidade da greve do magistério de Sergipe

A informação foi fivulgada pelo Governo de Sergipe, com o fim da sessão plenária no TJSE (Foto: PGE/SE)

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) confirmou, em sessão plenária nesta quarta-feira, 18, a ilegalidade da greve deflagrada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado (Sintese), assegurando a continuidade das aulas e a preservação do calendário letivo para os 144 mil estudantes da rede pública estadual.

Com o entendimento consolidado pelo TJSE, fica garantido o direito dos alunos ao acesso regular às atividades escolares. Além da continuidade das aulas, a decisão da Corte também proporciona maior tranquilidade à comunidade escolar, especialmente aos estudantes em fase de preparação para vestibulares, àqueles que integram a Educação de Jovens e Adultos (EJA), bem como a pais e mães que dependem do pleno funcionamento das escolas para a organização da rotina familiar.

“Desde o início, o Estado demonstrou que vem mantendo diálogo permanente com o magistério, assim como com todas as categorias do serviço público, e que tem adotado medidas concretas de valorização, tanto do ponto de vista salarial quanto na melhoria da estrutura das escolas. Elementos esses que foram levados aos autos e ratificados pelo Poder Judiciário”, destaca o procurador-geral do Estado, Carlos Pinna Júnior.

Manutenção das atividades

Desde a concessão da liminar pelo Tribunal, em 9 de março, o Governo do Estado adotou medidas para assegurar o funcionamento regular da rede pública estadual de ensino. Apesar de o sindicato optar por permanecer com a greve, em descumprimento à decisão judicial, as unidades escolares foram mantidas abertas nos últimos dias, inclusive com a manutenção dos serviços de transporte escolar e alimentação dos estudantes.

Com isso, o Governo buscou, principalmente, minimizar os impactos da paralisação e evitar prejuízos ao ano letivo, assegurando que os alunos permanecessem assistidos e com acesso à estrutura educacional.

A decisão definitiva do TJSE reconhece os argumentos apresentados pelo Governo de Sergipe, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-SE), que apontaram irregularidades na deflagração do movimento, especialmente quanto à ausência de requisitos legais indispensáveis para paralisações em serviços essenciais como a educação.

*Com informações do Governo de Sergipe

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

últimas notícias

mais lidas

VEJA MAIS

Assembleia Legislativa de Sergipe aprova gratuidade ampliada em estacionamentos para pessoas com deficiência

Os deputados estaduais aprovaram, na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), o Projeto de Lei nº…

Dinheiro na mão de todos faz a economia crescer

A economia de um país não pode ser medida apenas pelo desempenho da bolsa de…

Em Aracaju, SMTT prepara esquema especial de trânsito para três corridas de rua neste final de semana

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), realizará…