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Mortes súbitas durante exercícios: o que pode estar por trás dos casos

Condições cardíacas silenciosas e hábitos inadequados estão entre os principais fatores de risco_

Por conta de muitas notícias veiculadas recentemente, algumas pessoas têm ficado assustadas com casos de mortes repentinas durante treinos de musculação ou atividades ao ar livre. Apesar de serem situações tristes, na maioria das vezes existe uma explicação por trás desses casos.

Luiz Fernando Lukas, que é profissional de Educação Física, diz que também é importante desfazer a impressão de que esses casos passaram a acontecer com mais frequência nos últimos meses. “Na realidade, não é que estejam ocorrendo mais do que antes, mas sim que hoje ganham maior visibilidade devido às redes sociais, câmeras de segurança e à rapidez na divulgação de notícias”, argumenta Lukas.

“Geralmente, essas fatalidades estão relacionadas à morte súbita cardíaca, que ocorre quando o coração entra em um ritmo desorganizado e deixa de bombear o sangue corretamente. Esse tipo de arritmia grave costuma acontecer, principalmente, em pessoas que já possuem alguma condição silenciosa, como a cardiomiopatia hipertrófica ou outros problemas cardíacos ainda não diagnosticados”, explica Luiz Fernando, que é pós-graduado em Musculação e Treinamento de Força.

O exercício físico, por si só, não é o vilão. Muito pelo contrário, ele é um importante aliado da saúde cardiovascular. No entanto, quando realizado em alta intensidade ou sem preparo adequado, pode atuar como gatilho para uma condição pré-existente que a pessoa desconhecia.

O personal trainer aponta ainda que alguns fatores aumentam o risco e deixam o organismo mais vulnerável, como desidratação, calor excessivo, uso de estimulantes, noites mal dormidas, uso de anabolizantes ou até mesmo treinar estando doente. “Muitas vezes, o corpo da sinais de alerta antes, como tontura, falta de ar fora do normal, dor no peito ou palpitações, mas esses sintomas acabam sendo ignorados”, conta o especialista.

Por isso, além de realizar uma avaliação antes de iniciar ou intensificar os treinos, é essencial manter uma comunicação aberta com os profissionais de educação física da academia ou do centro esportivo. É importante informar não apenas o histórico de saúde, mas também qualquer sintoma diferente que surja ao longo do tempo.

“Esse ponto, inclusive, é bastante negligenciado. Muitos alunos preenchem corretamente suas informações no momento da matrícula, respondendo à anamnese inicial, mas deixam de atualizar esses dados com o passar do tempo. Isso pode comprometer a segurança durante os treinos. Mas, no fim das contas, ter uma vida ativa continua sendo uma das melhores coisas que você pode fazer pela sua saúde, desde que seja feito com consciência, respeito aos sinais do corpo e responsabilidade”, finaliza Luiz Fernando Lukas.

Em vídeo: https://www.instagram.com/reel/DX4J7LLB0p2/?igsh=dDhtMWxhejd4dHo5

*LUIZ FERNANDO LUKAS – Instagram: @luizfernandolukas – https://www.instagram.com/luizfernandolukas/*
_(Profissional de Educação Física – Personal Trainer – Pós-graduado em Musculação e Treinamento de Força)_

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