Foi o caso das irmãs Thaís Chagas de Melo, 34 anos, e Alice Chagas de Melo, 25 anos, que chegaram logo no início da manhã no Liceu Maranhense, localizado no centro da cidade, um dos locais de votação mais movimentados da capital maranhense.
À Agência Brasil, as irmãs contaram que já tinham escolhido todos os seus candidatos.
“Foi uma longa jornada, mas eu consegui, vou até levar na pesca”, disse Thaís, se referindo a expressão local para a popular cola com o número dos candidatos.
A vendedora disse esperar que as pessoas votem de maneira consciente. “Desejo que elas votem com consciência, que elas saibam votar para a gente melhorar o nosso país.”
A irmã mais nova, guarda municipal, levour uma cola com os números dos candidatos escolhidos e afirmou que estudou com cuidado as propostas, antes de decidir o voto.
“Estudei direitinho, mas achei que ainda há pouca possibilidade de as pessoas fazerem alguma coisa que preste na cidade, porque só vemos as mesmas caras de candidatos”, reclamou.
Alice deixou um conselho para os eleitores entenderem as propostas apresentadas: “A gente em que estudar a proposta de cada um, não se vender e ter paciência, que uma hora a gente acerta”, disse.
A escolha dos candidatos também deixou dúvidas para a dona de casa Ana Caroline Barroso, 32 anos. Eu ainda estava em dúvida no caso do presidente, governador eu já tinha” disse. Em relação aos demais cargos, ela disse que também teve dificuldades e. “Inclusive eu até votei no partido de um deputado federal”, frisou Ana Caroline, que disse achar que a eleição está “indecisa”.
A dona de casa Maria Helena Barros, 57 anos, disse que só definiu o candidato na reta final da eleição. “Foi quase de última hora”, disse Maria Helena. “Saio daqui com um pouco de esperança, mas a gente fica com a dúvida também se vai melhorar”, completou.
A dúvida não existiu para a aposentada Itaci Ramos de Salles, 89 anos, que chegou para votar com todos os candidatos definidos.