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Leila diz que pedirá exclusão do Cerro por racismo na Libertadores sub-20

Em pronunciamento nesta sexta-feira (7), a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, afirmou que o clube não vai abandonar a CONMEBOL Libertadores sub-20 após o lamentável caso de racismo ocorrido durante jogo contra o Cerro Porteño, na última quinta-feira (6).

Além disso, a mandatária afirmou que o clube alviverde pedirá a exclusão da equipe paraguaia do torneio, cogitando inclusive até ir à Fifa para garantir que a medida seja cumprida.

“Vamos solicitar a exclusão do Cerro Porteño da competição. Não é a primeira vez que esse clube ataca nossos jogadores e torcedores. Em 2022, torcedores do Cerro ficaram imitando macacos para nossos torcedores e não aconteceu absolutamente nada. Em 2023, nossos atletas foram chamados novamente de macacos, o Bruno Tabata foi revidar a agressão e foi punido com quatro meses de suspensão. Tentamos reverter essa penalidade e não conseguimos”, lamentou.

“Agora, pela terceira vez, nosso atletas são atacados por racistas, e todos viram quem foi. O Luighi chamou a atenção do árbitro, o árbitro viu e inclusive não cumpriu a determinação da Fifa, que é paralisar o jogo, prender o criminoso e continuar o jogo”, seguiu.

“Terminado o jogo, fomos procurar as autoridades policiais, e o policial falou para nosso diretor que aquilo é normal, é uma brincadeira. Eles encaram um crime sério como brincadeira! Isso não é possível. Basta! O Palmeiras não vai suportar mais qualquer tipo de crime contra nossos atletas, qualquer tipo de racismo, preconceito. Vamos tomar medidas drásticas”, prometeu.

“Vamos ver tudo na Conmebol. Se não der em nada, vamos à Fifa. Vamos até a última instância. O Palmeiras não foge à luta. Vamos resistir e vencer”, assegurou.

Posteriormente, Leila explicou também que não vai retirar o Palmeiras da competição para não punir as vítimas do crime, que são os atletas alviverdes.

“Sou totalmente contra se retirar da competição, isso vai punir a vítima. São meninos, o sonho deles é brilhar no futebol. Não vou, em hipótese alguma, coibir o sonho deles. Quem tem que ser punido é o criminoso”, ressaltou.

“Vamos resistir. Nossos atletas vão continuar competindo. Nós nunca vamos abandonar o campo. Nós lutaremos por punições extremamente sérias para os criminosos e para os clubes coniventes. A partir do momento que não tomam atitude nenhuma contra esse crime, são coniventes”, apontou.

“Nós vamos tomar todas as medidas. Nossos advogados já estão em contato com os advogados da CBF e da Conmebol, exigindo que tomem medidas sérias contra esses agressores, esses criminos, e contra esse clube [Cerro], que, a partir de sua passividade, concorda com esse tipo de atitude”, bradou.

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