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Conselho Regional de Psicologia de Sergipe instaura processos por suposta irregularidade em diplomas – AJN1

 

 

O Conselho Regional de Psicologia de Sergipe (CRP19) instaurou de dois processos administrativos internos relacionados à inscrição definitiva de pessoa física, após suspeitas de irregularidades nos documentos apresentados. Os processos, protocolados no CRP19, envolvem diplomas que, segundo a instituição de ensino superior, não foram emitidos pela faculdade e não conferem com o modelo padrão utilizado.

“O setor responsável, na verificação dos documentos apresentados, identificou possíveis inconsistências nos diplomas. A Comissão de Orientação e Fiscalização (COF), entrou em contato com a  instituição de ensino superior que confirmou que os documentos não foram confeccionados por ela, levantando suspeitas sobre a sua autenticidade”, informou o Conselheiro Presidente do CRP19, Adriano Barros.

“A COF, por meio de denúncias recebidas, tem realizado fiscalizações rigorosas em locais de atendimento, redes sociais e sites, com o objetivo de identificar e averiguar possíveis irregularidades no exercício profissional”, completou a psicóloga orientadora fiscal, Marcela Flores Cardoso Sobral.

Diante das evidências de possíveis fraudes, o CRP19 encaminhou os documentos  para a Superintendência da Polícia Federal em Sergipe. A medida visa garantir uma investigação aprofundada sobre a origem dos diplomas e a eventual responsabilidade criminal das/os envolvidas/os.

A Polícia Federal, agora responsável pela investigação, deverá conduzir perícias técnicas para determinar a autenticidade dos diplomas. As/Os envolvidas/os nos processos administrativos terão direito a ampla defesa e ao contraditório, conforme prevê a legislação vigente.

“O CRP19 ressalta seu compromisso com a ética e a integridade na profissão. Este caso destaca a importância de mecanismos rigorosos de verificação documental nos processos de registro profissional, de modo a manter a confiança na atuação das/os psicólogas/os e na proteção da sociedade. Reafirmamos nosso comprometimento em colaborar com as autoridades para elucidar os fatos e tomar as medidas cabíveis em defesa da profissão”, concluiu o Conselheiro Presidente.

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