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Sissa Carvalho defende renovação, diálogo e modernização no PT de Aracaju

Por Barroso Guimarães 

Em entrevista ao jornalista Barroso Guimarães, no programa “A Hora da Notícia” da Aperipê FM 106.1, Sissa Carvalho, candidata à presidência do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Aracaju, reforçou a necessidade de democracia interna, debate entre correntes e renovação partidária. Militante histórica, Sissa compartilhou sua trajetória e apresentou propostas para fortalecer o partido diante dos desafios atuais.

Sissa Carvalho quer a modernização do PT

Aos 40 anos, com 23 deles dedicados ao PT, Sissa destacou que tem mais tempo de vida dentro do partido do que fora. Secretária estadual das mulheres do PT, ela considera que a pluralidade de ideias e o debate interno são marcas fundamentais da legenda. “No dia que o PT acabar com as correntes, eu deixo de ser petista, porque essa é a graça do partido”, afirmou, defendendo o espaço para divergências e a busca por consensos como parte essencial do processo democrático.

 

Sissa ressaltou que as gerações partidárias oxigenam o PT e tornam o partido mais forte. “Os mandatos passam, as pessoas passam, mas o partido continua”, frisou. Para ela, o PT deve olhar para o passado pensando no futuro, mantendo sua força nas ruas, mas também se modernizando para dialogar com a nova geração que se informa e se mobiliza pelas redes sociais. “O PT precisa continuar fazendo as discussões nas ruas, mas também se modernizar, ir para as redes sociais, utilizar os novos mecanismos, a tecnologia e a inteligência artificial. A direita se apropriou muito bem dessas ferramentas, e o PT precisa aprender a se comunicar melhor, especialmente pensando em 2026”, avaliou.

 

Durante a entrevista, Sissa criticou a condução recente do partido, alertando que o PT corre o risco de perder sua “oxigenação” quando o poder se concentra em mandatos e não na militância. Ela relembrou o exemplo do ex-governador Marcelo Déda, que, mesmo já tendo sido reeleito prefeito, precisou passar por prévias internas para disputar o governo do Estado em 2006. “Déda ouvia a militância, prestava contas, discutia. Isso é fundamental para manter o partido vivo e democrático”, afirmou.

 

Sissa também destacou a importância da formação política da juventude dentro do PT, enfatizando que a renovação só é possível com reuniões constantes, plenárias e participação efetiva nos processos decisórios. “Você só consegue formar uma nova geração na prática se o partido estiver oxigenado”, argumentou.

 

A candidata lamentou a falta de diálogo interno desde a morte de Marcelo Déda e criticou o isolamento do PT nas eleições de Aracaju em 2024, atribuindo o problema à prevalência de projetos pessoais, especialmente em referência ao senador Rogério Carvalho. “O PT hoje é um projeto individual, não é um projeto do partido que caiba todas as pessoas”, declarou.

 

Ao final, Sissa reforçou seu compromisso com um PT mais democrático, plural, conectado com as bases e aberto ao diálogo e à inovação. “O partido não tem dono. É a militância que define os caminhos do PT”, concluiu.

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