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Renato Augusto lembra história emocionante com Tite antes da Copa de 2018

Renato Augusto nem precisa pensar muito para escolher o melhor técnico da carreira: Tite. A relação entre comandante e comandado foi um dos temas da participação do agora ex-meia no Resenha ESPN, que vai ao ar nesta sexta-feira (19), às 22h (de Brasília), no Disney+.

Oficialmente aposentado dos gramados, o ex-jogador de Flamengo, Corinthians e Fluminense teve a oportunidade de trabalhar com Tite em alguns momentos. A volta ao Brasil em 2013, para vestir a camisa alvinegra, então campeão mundial, foi pelas mãos do técnico, que voltou a dirigi-lo em 2015, no elenco corintiano que conquistou o Brasileirão.

Mas foi na seleção brasileira que eles viveram um momento emocionante. Ao assumir a equipe nacional, em julho de 2016, Tite criou uma base fortíssima e que chegou como uma das favoritas ao título da Copa do Mundo de 2018. Renato Augusto era peça central daquele time, mas chegou machucado para o torneio na Rússia.

O medo de ser cortado e perder a única chance de jogar uma Copa pelo Brasil angustiava o camisa 8, que foi reconfortado por Tite. Enquanto muitos pensavam que o melhor seria convocar alguém em forma, o técnico bancou a presença do seu jogador de confiança.

“Para mim foi muito emocionante. A gente estava no CT do Tottenham antes de ir para a Copa. Eu tive uma inflamação no joelho, e faz exame, ‘corta, não corta’, um fala que vai cortar, outro fala que não vai. Eu estava muito nervoso, tinha me preparado tanto para a Copa do Mundo, toda a eliminatória, são praticamente quatro anos para chegar até aquele dia”, relembrou o ex-jogador.

“Um dia ele me chama para conversar. Pensei ‘vai me cortar’. Sentei com ele, aí ele olhou pra mim, e ele é aquele cara que olha muito no fundo dos olhos mesmo. Ele olhou e falou: ‘Sei tudo o que está acontecendo. Sei que esse aqui quer te cortar, sei que esse prefere não cortar. E a decisão é minha, eu sou o treinador. E eu vou te esperar'”, contou Renato, citando as palavras que ouviu de Tite.

“Porque eu sei da sua importância dentro e fora do campo. E se você não tiver pronto agora para o amistoso que a gente vai fazer, eu vou esperar. Se não der, vai para o primeiro jogo da Copa. Se não der, espero para o segundo jogo. Se não der, a gente espera o terceiro. E se não der, a gente vai esperar o mata-mata. Você vai ficar”.

Renato ficou no grupo e entrou em três jogos da Copa, mas sempre saindo do banco. Jogou 23 minutos na estreia contra a Suíça, outros dez contra a Sérvia, no jogo de encerramento da fase de grupos, e mais 17 contra a Bélgica, no fatídico jogo em que marcou um gol, mas viu o Brasil ser eliminado. Um resultado que não atrapalha em nada o carinho com Tite.

“É um cara que tenho um respeito e um carinho eternos, aprendi muito, tanto dentro quanto fora do campo. Então é um cara especial na minha vida e na minha carreira. O melhor treinador que trabalhei, tenho um carinho especial.

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