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AirlinePros debate futuro da distribuição aérea e NDC

PANROTAS / Laura Enchioglo

Lauri Reishus, da Airlines Reporting Corporation

CAPE TOWN, ÁFRICA DO SUL – Qual o futuro da distribuição aérea? A AirlinePros está realizando seu evento anual global neste final de semana na Cidade do Cabo, na África do Sul, reunindo escritórios de todo o mundo para debater assuntos pertinentes a indústria aérea.

Especialistas entendem que o futuro passa pela criação de processos mais modernos e simplificados, comparáveis a outras indústrias. Para chegar lá, Lauri Reischus, presidente e CEO da ARC (Airlines Reporting Corporation), destacou três pilares: Precificação dinâmica, gerenciamento de pedidos, e, é claro, ofertas habilitadas por NDC.

PANROTAS / Laura Enchioglo

Manal Al Taher, da Iata

Manal Al Taher, da Iata

Neste sentido, Manal El Taher, gerente regional deTransformação e Produtos da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo), destacou a necessidade de trabalhar o NDC.

“O cliente mudou e está procurando informações em tempo real, procurando experiências de compras semelhantes a que têm encontrado em outros players digitais. A nossa indústria, hoje, é limitada e restrita por todos os processos de padrões e tecnologias que estão em vigor há mais de 60 anos”

Manal El Taher, gerente regional da Iata

Mas o debate é de longa data e cada região tem sua particularidade. Rebecca Meadows, diretora executiva da AirlinePros no Brasil, apontou em painel como o tema tem avançado no País: nas companhias aéreas, consolidadoras e agências de viagens.

“No Brasil temos grandes companhias aéreas trabalhando com o NDC, mas outras não estão pensando ainda nisso. É um processo caro, que leva tempo para ser implementado. Mas para além disso, temos que olhar para as agências também. Grades consolidadoras já tem trabalhado o NDC, mas se é difícil pra companhia aérea, imagina para as agências. São dois lados da história que precisam se combinar”

Rebecca Meadows, diretora executiva da AirlinePros no Brasil

PANROTAS / Laura Enchioglo

Achma Asokan, da AirlinePros, Hassan Haurag, da Hitit, Manal Al Taher, da Iata, Shelly Younger, da ARC, Willy Boulter, da AirlinePros, Thitikan Wannamaythepong, da TT Aviation, Rebecca Meadows, Susana Ribeiro e Shreyas Nanavati, da AirlinePros

Achma Asokan, da AirlinePros, Hassan Haurag, da Hitit, Manal Al Taher, da Iata, Shelly Younger, da ARC, Willy Boulter, da AirlinePros, Thitikan Wannamaythepong, da TT Aviation, Rebecca Meadows, Susana Ribeiro e Shreyas Nanavati, da AirlinePros

Na Tailândia, a situação é outra: ainda não se trabalha o NDC, conforme explicou Thitikan Wannamaythepong, gerente da TT Aviation. “Nós vemos que muitas agências estão esperando o Amadeus-X para passar a utilizar o NDC, mas estamos preocupados com a experiência dos agentes em ticketing e não tem sido fácil treiná-los para isso”, apontou.

Com isso, Shreyas Nanavati, CEO da AirlinePros International, destacou o trabalho que deve ser feito com players trabalhando juntos. “Temos situações distintas: um cliente que quer alcançar certos objetivos, agentes de viagens que estão se movendo em um tempo diferente, que precisam da educação certa. Tendemos a esquecer que estamos todos tentando resolver o mesmo problemas. Não somos nós contra eles – somos nós juntos“, disse.

A PANROTAS viaja a convite da AirlinePros, com seguro viagem Hero Seguros.

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