A escolha de roupas dos tenistas voltou a chamar atenção no Australian Open. No domingo, 21 de janeiro, a japonesa Naomi Osaka estreou com um visual considerado elegante e incomum. Número 1 do mundo, Carlos Alcaraz aprovou a forma como a ex-líder do ranking feminino utiliza o figurino para expressar a própria personalidade.
“Para mim, é uma ótima maneira de mostrar o que você sente, sem se preocupar com o que os outros pensam. Se quer expressar algo, vá em frente”, declarou o espanhol. Alcaraz lembrou que Osaka já fez outras entradas marcantes em quadra e comentou que, embora não seja tão ousado, também gosta de variar o vestuário e “ignorar o que os outros pensam”.
Outra discussão nas redes sociais envolve o bicampeão Jannik Sinner. O italiano tem usado um conjunto verde-oliva nos jogos noturnos e um uniforme amarelo-limão nas partidas diurnas. A combinação dividiu opiniões: enquanto alguns torcedores elogiaram, outros classificaram o visual como “uma das piores” escolhas já vistas. O jornal britânico Daily Mail chegou a questionar se o look de Sinner seria “o pior da história do tênis”, e grande parte dos internautas respondeu afirmativamente.
Discreto, mas ainda observado pelos fãs, o suíço Stan Wawrinka – que disputa a última temporada da carreira – entrou em quadra com uma camiseta que presta homenagem ao calção icônico usado em sua conquista de Roland Garros, em 2015.
O debate sobre moda esportiva reforça a tendência de jogadores utilizarem o vestuário como forma de expressão durante os Grand Slam.
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