O secretário de Governo do Rio de Janeiro e chefe da Representação fluminense em Brasília, ex-deputado federal André Moura (União Brasil), avalia como “estratégia articulada” a citação do seu nome na CPI do INSS como uma pessoa com influência no órgão. Declara ser uma articulação do PT para prejudicar sua pré-candidatura ao Senado em 2026.
Para André, ter sido chamado por parlamentares do PT como “Dono do INSS” pela suposta indicação pessoal de Alexandre Guimarães para a Diretoria de Gestão de Pessoal do instituto em 2018 é uma mentira para prejudicar sua imagem junto ao eleitor no momento em que as pesquisas o colocam entre os favoritos para 2026.
“É uma tentativa de me desgastar”, reafirma, enfatizando que o foco é criar um factoide para forçar sua convocação à CPI do INSS que está sendo realizada no Congresso Nacional, objetivando investigar os sindicatos envolvidos na fraude do instituto, com cobranças de mensalidades de aposentados e pensionistas.
O secretário ressalta não ser alvo de investigação formal em qualquer órgão público e desafia os acusadores a apresentarem evidências de sua participação em qualquer irregularidade no INSS. Destaca que se tivesse algo a esconder a sua filha deputada federal Yandra Moura (União Brasil) não teria votado a favor da instalação da CPI do INSS.
Disse ainda acreditar que até as eleições do próximo ano novas mentiras contra ele podem surgir e que está preparado para enfrentá-las. Lamentou o fato de isso fazer parte da política.