O técnico Dorival Júnior afirmou que enfrentou um ambiente de “impaciência generalizada” durante o período em que comandou a seleção brasileira, encerrado em março de 2025. O desabafo foi feito quase um ano após sua saída, já contabilizando dois títulos conquistados pelo Corinthians desde então.
- Comparação com Ancelotti
- Números na seleção
“Nunca existiu mágoa, mas as críticas foram pesadas demais, desconstruindo o trabalho de uma carreira toda”, disse o treinador. Segundo ele, a pressão partiu inclusive de ex-jogadores com quem mantinha boa relação. “Sou um sobrevivente, um passageiro da agonia, mas estou colhendo por tudo que me preparei.”
Dorival afirmou que o desempenho recente de sua comissão técnica apresenta estatísticas “muito próximas” às do italiano Carlo Ancelotti, hoje à frente da seleção. Ele sustenta que teria condições de alcançar sucesso na Copa do Mundo caso tivesse permanecido no cargo. “No mata-mata eu sei trabalhar”, declarou, citando conquistas por São Paulo, Ceará, Flamengo e, mais recentemente, Corinthians.
Números na seleção
No comando da equipe nacional entre janeiro de 2024 e março de 2025, Dorival registrou 16 partidas, com sete vitórias, sete empates e duas derrotas. A demissão ocorreu depois da goleada por 4 a 1 sofrida para a Argentina, em Buenos Aires, pelas Eliminatórias. Antes disso, o Brasil havia caído nas quartas de final da Copa América diante do Uruguai.
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