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Educadora destaca papel da Associação Litero-Cultural de Sergipe e anuncia criação de novas instituições voltadas à inclusão

Por Barroso Guimarães 

A educadora e escritora Cris Souza concedeu entrevista ao jornalista Barroso Guimarães, no programa A Hora da Notícia, da rádio Aperipê FM, para celebrar os cinco anos da Associação Litero-Cultural de Sergipe (AUKES) e anunciar a criação de novos espaços acadêmicos voltados à diversidade e à inclusão.

Criada em 24 de outubro de 2020, no Dia da Sergipanidade, durante o período de pandemia, a Associação foi idealizada por Cris Souza com o propósito de transformar a sociedade por meio da literatura e das artes. “Eu só acredito em associação literária que trabalha para transformar a sociedade para melhor”, afirmou a educadora, ao ressaltar que o grupo já realizou diversas ações culturais e literárias, além de promover mais de 100 entrevistas online com escritores e profissionais sergipanos.

Valter Albano, Cris Souza e Barroso Guimarães

Atualmente, a Associação se prepara para realizar, no próximo dia 10 de dezembro, a primeira Feira de Diversidade, que acontecerá na Biblioteca Pública Epifânio Dórea, em Aracaju, com troca de livros e atividades culturais abertas ao público.

Durante a entrevista, Cris também destacou que Sergipe conta com cerca de 60 associações literárias e culturais, somando aproximadamente 2.400 acadêmicos. Para ela, o número ainda é pequeno diante da população estadual, estimada em 2,4 milhões de habitantes. “É preciso mais pessoas atuando como intelectuais e agentes de transformação”, defendeu.

Entre os novos projetos, a educadora anunciou a instalação da Associação Sergipana de Inclusão, marcada para o próximo dia 13 de novembro. A instituição terá como patrona Mana Sueli, reconhecida por seu trabalho com pessoas com deficiência visual. A associação contará com professores e pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe, incluindo a criadora do Núcleo de Pesquisa em Inclusão Educacional e Tecnologia Assistiva (NUPITA).

Cris Souza também mencionou outras iniciativas de sua autoria, como a Associação Municipalista, que contempla representantes de todo o interior do estado, a Associação Feminina de Letras e Artes de Sergipe e a Associação de Estudantes, composta por jovens da rede pública de ensino.

Ao encerrar a entrevista, a educadora convidou o público para a cerimônia de instalação da Associação de Expressões Negras de Sergipe, que ocorrerá em 16 de dezembro, reforçando seu compromisso com a valorização da diversidade e da produção intelectual sergipana.

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