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Entenda como acordo Mercosul-UE pode baratear de saúde a alimentos para brasileiros – RO Acontece

O acordo entre o Mercosul e a União Europeia, fechado na sexta-feira (9) após 26 anos de negociação, trará impactos positivos para os brasileiros. O tratado prevê reduções de tarifas de diversos produtos importados pelo Brasil da Europa, o que diminuirá os preços no país. Em 2025, o Brasil importou US$ 50,290 bilhões, uma alta de 6,4% em relação a 2024.

Os principais itens importados pelo Brasil do bloco europeu são produtos farmacêuticos (medicamentos), máquinas e equipamentos industriais, veículos (automóveis e autopeças) e produtos químicos. Além desses produtos, o acordo também atingirá alimentos como queijos, vinhos e chocolates.

“Com a redução gradual das tarifas de importação, tende a haver queda de preços em diversos produtos. Entre os principais estão medicamentos, equipamentos médicos, máquinas industriais, autopeças, veículos, defensivos agrícolas, fertilizantes, produtos químicos e bens de capital. Também há impacto potencial em bens de consumo como vinhos, queijos, azeites e alguns produtos alimentícios”, elenca Jackson Campos, diretor de Relações Institucionais da AGL Cargo.

Ou seja, aqueles produtos que têm origem na União Europeia ficarão mais baratos no Brasil, já que gradualmente terão menos impostos. O acordo prevê uma retirada dos impostos que demorará de oito a 12 anos. “A velocidade dessa redução varia conforme o cronograma de desgravação, mas a tendência é de maior concorrência e ganhos de eficiência ao longo do tempo”, completa o especialista.

Segundo um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), publicado em dezembro de 2023, com o acordo, as importações deverão crescer mais rapidamente nos primeiros anos do acordo, respondendo à queda dos preços dos produtos importados vindos da União Europeia.

“O aumento das importações brasileiras da União Europeia estaria concentrado em alguns setores da indústria de transformação, com especial destaque para máquinas e equipamentos; veículos e peças; químicos; equipamentos eletrônicos; farmacêuticos; e produtos de metal”, diz o estudo.

R7

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