O próximo concurso TRF 2 RS ES (Tribunal Regional Federal da 2 Região), que engloba os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, já conta com comissão organizadora formada para o cargo de juiz federal substituto. Os nomes dos membros do grupo foram anunciados na última quinta-feira, 7 de agosto, na página oficial do órgão. A seleção já está autorizada desde o dia 13 de março, quando aprovada na sessão administrativa presencial do órgão. No entanto, ainda não há uma previsão de quando o edital poderá ser efetivamente publicado.
Diz a publicação:
“Na sessão conduzida pelo presidente do Tribunal, desembargador federal Luiz Paulo da Silva Araújo Filho, foram definidos os nomes do desembargador federal vice-presidente do órgão, Marcus Abraham, que presidirá a Comissão, e do desembargador federal Flávio Lucas, que também comporá o colegiado como titular. Ainda na votação, foram escolhidos como suplentes os desembargadores federais Guilherme Calmon Nogueira da Gama e Carmen Silvia Lima de Arruda.”
Por enquanto, o TRF 2 RJ ES ainda não divulgou a oferta de vagas. Para concorrer é necessário possuir formação de nível superior em direito, com remuneração inicial de R$ 35.845,21.
As exigências específicas são as seguintes:
- ser bacharel em direito há três anos, no mínimo, e apresentar o diploma registrado pelo Ministério da Educação até a data da inscrição definitiva;
- ter menos de 70 anos na data da posse; e
- estar entre os aprovados no Exame Nacional da Magistratura.
Concurso TRF 2 RJ ES: saiba como foi a última seleção
O último concurso TRF 2 RJ ES para juiz ocorreu em 2024, quando foram oferecidas 30 vagas. A seleção foi organizada pelo próprio órgão.
O concurso contou com as seguintes etapas:
- provas escritas, compostas de uma prova discursiva geral, uma prova prática de sentença civil e uma prova prática de sentença criminal, todas de caráter eliminatório e classificatório
- inscrição definitiva, de caráter eliminatório, com as seguintes fases: sindicância da vida pregressa e investigação social, exames de sanidade física e mental e exame psicotécnico;
- prova oral, de caráter eliminatório e classificatório; e
- avaliação de títulos, de caráter classificatório.
A prova objetiva foi composta pela aplicação do Exame Nacional da Magistratura
A parte dissertativa contou com uma prova discursiva geral, uma prova prática de sentença civil e uma prática de sentença criminal
A parte discursiva geral contou com oito a 20 questões, valendo três pontos cada.
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