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Movimento “União pelas Mulheres” percorre ruas do Augusto Franco levando à população debate sobre prisão perpétua para feminicidas

Segunda edição do projeto promovido pelo União Brasil leva às ruas pautas urgentes como igualdade salarial, reinserção de vítimas no mercado de trabalho e endurecimento das penas para crimes de feminicídio.

As ruas do bairro Augusto Franco receberam, neste sábado, 02, a segunda edição do Movimento “União pelas Mulheres”, iniciativa idealizada pelo União Brasil Mulher (SE) em defesa de políticas públicas voltadas à pauta feminina. Com a presença de lideranças políticas e comunitárias, o ato reafirmou o compromisso do presidente estadual da sigla e pré-candidato ao Senado por Sergipe, André Moura, com temas como o combate ao feminicídio, a equiparação salarial entre homens e mulheres e a ampliação de oportunidades no mercado de trabalho, em especial para aquelas que buscam reconstruir suas vidas após situações de violência doméstica ou tentativa de feminicídio.

André aproveitou o evento para reforçar uma de suas principais propostas, que é a prisão perpétua para condenados pelo crime de feminicídio. Para ele, as penas atuais previstas no Código Penal brasileiro são insuficientes diante da gravidade e da recorrência desse tipo de crime. “Estamos vendo uma epidemia de casos. Nenhuma mulher deve passar por isso e vamos trabalhar para mudar esse triste quadro, com leis mais duras, penas mais justas e oportunidades reais para quem sobreviveu ao pior”, afirmou.

Durante a caravana ele falou ainda da necessidade de vítimas de violência doméstica conquistarem autonomia econômica, libertando-se da dependência financeira de seus agressores. “Para isso precisamos pensar na criação e ampliação de programas de qualificação profissional, vagas reservadas em concursos e parcerias com o setor privado para geração de emprego e renda destinadas a esse público tão vulnerável”, defendeu.

O Movimento “União pelas Mulheres” segue como um dos principais instrumentos do partido para mobilizar a sociedade em torno da agenda feminina antes do ciclo eleitoral de 2026. A articulação entre a caravana nas ruas e as propostas legislativas sinaliza uma estratégia de longo prazo: construir uma base política sólida, ao mesmo tempo em que se pressiona por mudanças.

Da assessoria

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