Encontro reuniu áreas estratégicas para avaliar as capacidades estaduais de resposta às emergências em saúde pública
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE), realizou nesta segunda-feira, 31, a Oficina de Autoavaliação Estadual das Capacidades em Emergências em Saúde Pública. A atividade reuniu profissionais de diferentes áreas da saúde e representantes de órgãos estaduais e federais para analisar a capacidade de preparação e resposta do Estado diante de possíveis situações de emergência.
O evento contou com a participação de equipes do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), das vigilâncias epidemiológica e sanitária, da Vigilância em Saúde Ambiental e dos Riscos Associados aos Desastres (Vigidesastres) e de outras áreas da SES, além de representantes de instituições como Defesa Civil, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen), Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) e demais órgãos envolvidos na resposta a emergências. A proposta é identificar as capacidades existentes, reconhecer fragilidades e subsidiar o planejamento de ações para aprimorar, de forma contínua, a preparação e a atuação integrada entre os diferentes setores.
A ponto focal do Cievs Estadual, Daniela Pizzi, informou que a ferramenta proposta pelo Ministério da Saúde permitirá que Sergipe avalie periodicamente sua capacidade de resposta. “É um processo de autoavaliação para olharmos para as nossas capacidades, identificar o que já temos e reconhecer o que precisa ser melhorado. A participação de diferentes áreas é fundamental porque as emergências em saúde pública exigem uma atuação conjunta e integrada”, afirmou.
A superintendente do Ministério da Saúde em Sergipe, Cristiane Carvalho, destacou que a oficina contribui para aproximar os setores envolvidos e organizar previamente os fluxos de atuação diante de possíveis emergências. “Quanto maior for a integração entre os órgãos, mais efetiva e rápida poderá ser a resposta. Esses momentos permitem que os setores se conheçam, compreendam suas atribuições e saibam quais são os pontos de referência em cada área, o que facilita a atuação em uma situação emergencial”, ressaltou.
A gerente de Monitoramento e Alerta da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil de Sergipe, Lumma Costa, ressaltou que o conhecimento sobre as competências e capacidades de cada instituição contribui para uma resposta mais organizada. “Quando conhecemos as capacidades e competências de cada órgão, conseguimos definir com mais clareza as responsabilidades e organizar melhor as ações diante de uma ocorrência. Essa autoavaliação também permite identificar fragilidades e realizar um processo prévio de preparação para responder às emergências de forma mais eficaz”, destacou.








Fotos: Nucom Funesa
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Fonte: Secretaria de Estado da Saude de Sergipe