Oficina de toques percussivos realiza apresentação na Praça São Francisco

(Foto: Assessoria)

A Praça São Francisco, em São Cristóvão, será palco da culminância da oficina “SARUMBETÓ – de Toques Jeje”, conduzida por Sidney da Mata, Egbon e Balogun da Casa de Oxumarê (BA). A apresentação pública dos toques percussivos, cantos e dança acontecerá no dia 12 de outubro, às 09 horas, com entrada gratuita.

A iniciativa integra a programação especial de celebração dos 25 anos do terreiro Ilé Àṣẹ Òpó Oṣogunlade e tem como objetivo fortalecer e valorizar o saber percussivo nas casas de matriz africana de Sergipe. A apresentação marca o encerramento da oficina, que reuniu representantes de diversos terreiros para um período de imersão no Povoado Caípe Velho, em São Cristóvão. Durante o evento, os participantes puderam desenvolver suas habilidades com a percussão e promover uma troca de experiências.

Para o professor e Babalasé Reginaldo Daniel Flores, a oficina vai além do aprendizado técnico. “A importância do nosso trabalho é garantir o resgate em nossa memória daquilo que os nossos ancestrais nos legaram em relação à cultura Jeje, nos seus ritmos, gestos e movimentos”, explicou.

O coordenador e filho do terreiro, Diego Souza, reforçou que a oficina tem como objetivo alcançar sacerdotes das casas de matrizes africanas de Sergipe. “São sacerdotes já consolidados em suas casas, e a oficina vai contribuir para que eles possam agregar conhecimento e enriquecer os cultos em suas casas”.

O projeto realizará o encerramento na cidade de São Cristóvão, Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO, e coroa esse momento de valorização e preservação da cultura afro-brasileira em um local que guarda a memória de diversas manifestações culturais.

Sobre as Celebrações de 25 Anos

A oficina é parte da vasta programação do projeto que celebra os 25 anos do Ilé Àṣẹ Òpó Oṣogunlade, que também é Ponto de Cultura “Axé ô”. O projeto conta com o apoio da Prefeitura de São Cristóvão e foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc em Sergipe. A iniciativa tem apoio do Governo do Estado de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), via Lei Aldir Blanc, direcionada pelo Ministério da Cultura do Governo Federal.

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