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Pedidos de Dorival colidem com plano de corte de gastos do Corinthians

A lista de reforços desejada por Dorival Júnior contrasta com a diretriz financeira imposta pela diretoria do Corinthians para 2026. O clube trabalha para reduzir a folha salarial para menos de R$ 30 milhões mensais, cerca de R$ 6 milhões a menos que o valor registrado no fim da última temporada.

O executivo de futebol Marcelo Paz tem a missão de atender ao treinador sem ampliar o orçamento. Mesmo negociações sem pagamento de direitos econômicos — trocas, empréstimos ou atletas livres — enfrentam um teto salarial considerado rígido pela administração.

Redução limitada até agora

Seis jogadores deixaram o elenco desde janeiro, mas o alívio financeiro foi mínimo. O Corinthians continua arcando, integral ou parcialmente, com remunerações de atletas que saíram, como o zagueiro Félix Torres, agora no Internacional, e o atacante Ryan, emprestado ao Fortaleza.

Pedido de peças novas

Apesar do cenário, Dorival sustenta que o elenco precisa de reforços para suportar a temporada. O técnico procura um lateral-esquerdo, dois volantes, um meia e dois atacantes. A chegada de Kaio César, atacante de velocidade, deve ser oficializada nos próximos dias e preencher uma das lacunas apontadas pela comissão.

Em entrevista após a derrota para o Bahia, o treinador afirmou que a equipe perdeu “seis ou sete nomes” e carece de mais competitividade interna para suportar o calendário de jogos sucessivos.

Comitê financeiro dita o ritmo

O presidente Osmar Stábile firmou compromisso com o departamento financeiro para cumprir o orçamento à risca. Um comitê de reestruturação criado pelo clube ganhou peso nas decisões e foi decisivo, por exemplo, para vetar o pagamento de R$ 1 milhão ao São Paulo pelo empréstimo do volante Alisson, negócio que o departamento de futebol já tratava como encaminhado.

A divergência retrata o conflito recorrente entre as metas esportivas estabelecidas por Dorival e as restrições econômicas defendidas pelos gestores, que insistem na necessidade de enxugar despesas antes de autorizar novas contratações.

 

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