Polícia Científica reforça perícias para combater crimes contra idosos

Situações de flagrante devem ser comunicadas à Polícia Militar, pelo telefone 190. O sigilo do denunciante é garantido. (Foto: Ascom SSP)

Para consolidar a materialidade das provas e identificar autores de violência contra a pessoa idosa, a Polícia Científica (PCi) de Sergipe está participando da Operação Virtude, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A ação nacional reforça o combate à violência contra idosos por meio de iniciativas integradas de prevenção, repressão e atendimento às vítimas.

De acordo com a perita criminal Tuane Maciel, a atuação da perícia é essencial no enfrentamento desses crimes. “As perícias realizadas pela PCi são importantes e estratégicas por levantarem provas que subsidiam tanto a investigação da Polícia Civil, quanto os processos conduzidos pelo Poder Judiciário”, destacou.

No campo pericial, um dos focos da Operação Virtude é a exploração financeira de idosos, crime que pode ser identificado por meio de movimentações bancárias suspeitas e dados obtidos por computação forense. “Esse tipo de crime pode ser constatado utilizando dados de computação forense para comprovar a prática criminosa”, exemplificou a perita.

Já nos casos de abuso sexual, a coleta de vestígios biológicos durante o exame de corpo de delito é fundamental para comprovar o crime e auxiliar na identificação do autor. “O exame de corpo de delito permite a coleta de vestígios biológicos, que são analisados para constatar a ocorrência e contribuir com a identificação do autor”, explicou Tuane Maciel.

A perita reforçou ainda que um dos objetivos centrais da perícia criminal na Operação Virtude é garantir a responsabilização dos agressores. “Uma das principais funções da perícia criminal é assegurar a responsabilização, criminal e civil, daqueles que cometem crimes contra a pessoa idosa”, enfatizou.

Denúncia

É fundamental que toda a sociedade reúna esforços para o enfrentamento à violência contra a pessoa idosa. Os crimes devem ser denunciados ao Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV), às Delegacias de Atendimento à Mulher e Demais Grupos Vulneráveis (DEAGV) ou a qualquer delegacia da Polícia Civil, caso não haja unidade especializada no município.

Situações de flagrante devem ser comunicadas à Polícia Militar, pelo telefone 190. O sigilo do denunciante é garantido.

Fonte: SSP/SE

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