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Por que a Tap recusou embarque do cão de assistência?

Divulgação/Inframérica

Tap enviou comunicado ao Portal PANROTAS sobre o ocorrido no voo Rio-Lisboa

No último sábado (24), a companhia aérea Tap Air Portugal cancelou o voo TP74, que partiria do Galeão, no Rio de Janeiro, com destino a Lisboa. A decisão ocorreu após a empresa se recusar a embarcar o cão de assistência Teddy de uma criança autista de 12 anos, mesmo diante de ordem judicial brasileira que autorizava o transporte do animal na cabine.

A criança e sua família se mudaram para Portugal em abril sem o cão porque a Tap já tinha impedido o embarque. Na ocasião, a companhia alegou questões operacionais. Desta vez, a companhia sugeriu alternativas, como o transporte do animal no compartimento de bagagens, mas a família recusou, argumentando que o cão não foi treinado para viajar no porão e que tal medida desrespeitaria a decisão judicial.

Em nota (leia na íntegra abaixo) ao Portal PANROTAS, a companhia afirma que “devido a uma ordem judicial de autoridades brasileiras, que violaria o Manual de Operações de Voo da Tap Air Portugal, aprovado pelas autoridades competentes portuguesas, e que colocaria em risco a segurança a bordo”.

A Tap informa ainda, em sua página na internet voltada ao transporte de animais, “que reserva-se o direito de recusar o transporte do animal de estimação na cabine e de o transferir para o porão da aeronave se, por exemplo, a caixa de transporte não cumprir as condições necessárias ou se o animal apresentar sinais de agressividade ou doença que possam comprometer a segurança do voo”.

Segundo o jornal português Correio da Manhã, o cancelamento do voo custou cerca de meio milhão de euros à companhia portuguesa, sendo 393 mil euros em bilhetes, além dos custos com hospedagem e alimentação dos 288 passageiros que não puderam voar. Além disso, outros dois voos seguintes sofreram atrasos.

Comunicado da Tap na íntegra

“A prioridade número 1 da TAP sempre será a segurança dos nossos passageiros e tripulação.

Devido a uma ordem judicial de autoridades brasileiras, que violaria o Manual de Operações de Voo da TAP Air Portugal, aprovado pelas autoridades competentes portuguesas, e que colocaria em risco a segurança a bordo, lamentamos informar que fomos obrigados a cancelar o voo TP74.

Este cancelamento foi devido a obrigação judicial de transporte em cabine de animal que não cumpre com a regulamentação aérea acima mencionada.

Foram dadas alternativas de transporte para o animal, que não foram aceitas pelo tutor.

Informamos ainda, que a pessoa que necessita de acompanhento do referido animal não realizaria a viagem neste voo de hoje. Sendo o animal acompanhado por passageira que nao necessita do referido serviço.

A TAP lamenta a situação, que lhe é totalmente alheia, mas reforçamos que jamais poremos em risco a segurança dos nossos passageiros”.

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