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Primeiro Campeonato de Memória de Aracaju acontece dia 27 para 60+

A terapeuta Edla Santana concedeu entrevista ao jornalista Barroso Guimarães, no programa A Hora da Notícia da Aperipê FM, para falar sobre o primeiro Campeonato de Memória de Aracaju, evento inédito voltado para pessoas com 60 anos ou mais. A iniciativa busca promover não apenas diversão, mas também estímulo cognitivo, saúde e bem-estar para o público idoso.

O Campeonato de Memória de Aracaju será realizado no dia 27 de setembro de 2025, das 9h às 13h, no Espaço Ativo, localizado na Rua Construtor João Alves, 497, Bairro Salgado Filho, em Aracaju-SE.

Durante a conversa, Edla destacou que o objetivo do campeonato é mostrar que a memória não está necessariamente relacionada à idade. Segundo ela, esquecimentos pontuais, como não lembrar onde colocou uma chave, fazem parte da rotina de qualquer pessoa, inclusive jovens, e só devem ser motivo de preocupação quando começam a atrapalhar atividades diárias básicas.

O campeonato contará com diferentes dinâmicas, entre elas circuito de exercícios, quiz de memória, plataforma digital com desafios e atividades como o “Qual é a música?” e o projeto Bom da Cuca, que utiliza livros e revistas com exercícios específicos para estimular atenção, percepção e raciocínio. Para Edla, essas práticas unem atividade física, treino cognitivo e socialização, fatores já comprovados cientificamente como benéficos para a prevenção de perdas de memória e para a manutenção de uma vida ativa e saudável.

Outro ponto abordado foi a importância de se manter ativo após a aposentadoria. Edla explicou que a falta de ocupação e o isolamento social podem acelerar falhas de memória e causar prejuízos cognitivos. Por isso, ela defende que pessoas idosas busquem novas atividades, cursos, empreendedorismo ou hobbies que mantenham corpo e mente em movimento.

A terapeuta também falou sobre a influência da alimentação na memória. Embora não exista um alimento isolado capaz de resolver o problema, uma dieta equilibrada, acompanhada de orientação nutricional especializada, pode contribuir para a saúde cerebral. Associada à boa alimentação, Edla ressalta a necessidade de manter acompanhamento médico, prática de exercícios físicos e constante estimulação mental como estratégias completas de prevenção.

Por fim, Edla reforçou que a idade não é um limite para aprender ou manter a memória ativa. “Chegar aos 60 anos não significa perder a memória. Pessoas podem viver até 100 anos com qualidade de vida e mente saudável. O segredo é prevenir, cuidar e não parar de se movimentar”, afirmou.

O Campeonato de Memória de Aracaju surge como ação pioneira para valorizar o envelhecimento ativo e incentivar a população a manter uma vida mais saudável e participativa.

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