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Rio de Janeiro: Operação da PM deixa oito mortos no Morro dos Prazeres

Uma operação do Bope, Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (18), deixou oito mortos no Morro dos Prazeres, região central da capital fluminense.

Um morador do local está entre os mortos, além de sete suspeitos. Entre eles, Cláudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló dos Prazeres, apontado como um dos líderes da organização criminosa Comando Vermelho e chefe do tráfico de drogas na comunidade.  Ele era um dos alvos da operação e, segundo a PM, foi ferido, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. 

Em reação às mortes, criminosos utilizaram ônibus como barricadas. Sete veículos tiveram suas chaves retiradas e um deles foi incendiado, de acordo com a concessionária Rio Ônibus.

Várias ruas da região foram interditadas e houve impacto no funcionamento de oito escolas e pelo menos cinco unidades de Atenção Primária à Saúde.

O comandante da Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, deu mais detalhes sobre a operação, que considerou bem-sucedida.

“Essa ação de hoje era voltada para a quadrilha do traficante Jiló, com 135 passagens pela polícia. Nós identificamos a residência em que ele se escondia, em que a sua quadrilha se escondia, e a partir das primeiras horas da manhã eu determinei essa ação, uma ação voltada para um objetivo, para um alvo, e que nós obtemos êxito em neutralizar não só o traficante, mas os outros integrantes da quadrilha que optaram por enfrentar as forças policiais”.

O comandante também falou sobre a atuação da quadrilha, e disse que essas operações fazem parte de um plano maior da Polícia Militar do Rio de Janeiro, que vai ser mantido.

“Praticavam roubos e promoviam clonagem de diversos veículos. O Jiló, é uma importante liderança dentro da cadeia de comando da organização Comando Vermelho. A gente trabalha sob a perspectiva de um grande baque. São ações que vão permanecer. É um direcionamento da Polícia Militar”.

Marcelo de Menezes Nogueira ainda comentou a morte da médica Andréa Marins na noite deste domingo, durante uma abordagem policial em Cascadura, zona norte do Rio.  O comandante disse que a Polícia Militar tem um protocolo rígido de uso das câmeras corporais e que qualquer desvio de conduta será apurado pelas investigações, ainda em fase inicial.


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