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Roda de Conversa sobre violência doméstica promove sororidade no Residencial Carlos Pinna

 

Na tarde desta quinta-feira, 17, a equipe do Trabalho Social de Pós Morar da Perimetral Oeste, promoveu uma roda de conversa sobre violência doméstica no CRAS Carlos Fernandes de Melo, no bairro Lamarão. A atividade contou com a presença de representantes do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), que trouxeram informações valiosas sobre o combate e enfrentamento à violência doméstica e de gênero.

Lilian Mello, advogada e orientadora jurídica no CRAM, destacou a importância de levar informações sobre a violência doméstica de forma acessível à comunidade.

“Nós viemos até aqui pra poder trazer essa questão da violência doméstica, do combate, enfrentamento à violência doméstica e enfrentamento à violência de gênero”, afirmou.

Já Elisandra Barbosa Santos Mariano, assistente social do CRAM, trabalhou a roda de conversa com uma abordagem lúdica, tornando o tema mais simples e didático para os presentes.

“Falar sobre esse tema tem que ser de uma maneira mais simples e didática para que essas pessoas possam obter o conhecimento de forma mais fácil”, explicou.

A roda de conversa estimulou a participação dos presentes e promoveu a sororidade entre as mulheres, que puderam compartilhar experiências e receber apoio. A atividade foi um importante passo para fortalecer a rede de apoio e proteção às vítimas de violência doméstica no Residencial Carlos Pinna.

As participantes também receberam um texto com dicas de como praticar a sororidade, escrito pela assistente social do Projeto Social, Joselice Nunes.

“O CRAM é um centro de referência para atendimento às vítimas de violência, oferecendo acolhimento social, psicológico e jurídico. A parceria entre o Trabalho Social de Pós Morar da Perimetral Oeste e o CRAM é fundamental para promover a conscientização e o empoderamento das mulheres na comunidade”, finalizou Patricia Oliveira, coordenadora do Trabalho Social do Pós Morar da Perimetral Oeste.

Sobre o trabalho Social na Perimetral Oeste.

O projeto de trabalho social em empreendimentos como a da construção da Perimetral Oeste, financiados pelo BID, visa garantir que as intervenções, como obras de infraestrutura, tenham um impacto positivo na vida das pessoas, promovendo a participação comunitária, o diálogo social e a sustentabilidade das ações implementadas. Em essência, o trabalho social busca assegurar que as obras não apenas melhorem a infraestrutura, mas também fortaleçam o tecido social, a autonomia das comunidades e a apropriação dos espaços urbanizados.

O trabalho social é um componente essencial para garantir que as obras de infraestrutura não apenas melhorem as condições de vida das pessoas, mas também promovam a inclusão social, a participação comunitária e a sustentabilidade das transformações urbanas.

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