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Saldo de crédito em Sergipe cresce acima da média nacional

Gerente executivo do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), Marcos Falcão (Foto: Fernando Cavalcante)

Volume de crédito cresce 11,7% no estado, no acumulado de 12 meses. Saldo regional (+13,6%) também é superior ao nacional. Economia nordestina cresce 2,4% no primeiro semestre_

O saldo de contratação para consumo das famílias e investimentos de empresas em Sergipe ficou em 11,7%, no acumulado de 12 meses finalizado em junho. Com isso, o volume de crédito chega a R$ 40 bilhões no estado. O crescimento está acima da média nacional, que foi de 10,7% para o período. Os dados são do Banco Central e foram analisados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de análises do Banco do Nordeste (BNB).

A região Nordeste também apresentou crescimento no saldo de crédito acima da média do país, no período, ficando em 13,6%. Os destaques ficam por conta do Maranhão, que assumiu a liderança regional ao registrar alta de 16,5% no saldo das operações de crédito nos últimos doze meses, e de Alagoas, com crescimento de 15,2%.

Gerente do Etene, Allisson Martins (Foto: Fernando Cavalcante)

Segundo o economista e gerente do Etene, Allisson Martins, “o dinamismo do Nordeste no crédito está bem equilibrado. As pessoas físicas registraram aumento de 13,6% e as pessoas jurídicas, 13,4%. Isso nos aponta que o aquecimento da economia está ocorrendo de forma saudável e estruturada, seja na geração de empregos, seja no aumento da produção. Com isso, há aumento tanto o consumo das famílias quanto nos investimentos produtivos”, avalia.

*Economia nordestina*

A economia nordestina manteve trajetória positiva no primeiro semestre de 2025, com crescimento acumulado de 2,4% no Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-NE), medido pelo Banco Central. A Bahia foi o destaque (+3,9%), impulsionada pela diversidade produtiva e pelo bom desempenho do agronegócio. O estudo detalha somente os três maiores centros urbanos da região: Bahia, Ceará e Pernambuco.

“O crescimento sustentado depende de uma base produtiva diversificada, mas também do acesso ao crédito de longo prazo e de políticas que incentivem o investimento privado. O Banco do Nordeste é protagonista nesse processo, garantindo recursos que não apenas financiam projetos, mas estruturam condições para que o dinamismo econômico se mantenha de forma equilibrada”, afirma o economista Marcos Falcão Gonçalves, gerente executivo do Etene.

Em 12 meses, o Nordeste acumula crescimento de 3,8%, em linha com a média do país (3,9%). Segundo Falcão, a continuidade dos investimentos do BNB fortalece a economia regional. “Projetos em agropecuária, indústria e serviços que recebem apoio do Banco têm efeito multiplicador, geram emprego, renda e contribuem para reduzir desigualdades históricas da Região”, acrescenta.

*Perspectivas*

A expectativa para os próximos meses é de crescimento moderado, mantido pelo bom desempenho do agronegócio, pelo avanço de obras e projetos em infraestrutura e energia, além da expansão de nichos industriais e serviços com potencial exportador.

 

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