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Sebrae avalia como positiva a indicação de Lula para a presidência do Banco Central | ASN Nacional

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou, nesta quarta-feira (28), o economista Gabriel Galípolo, de 42 anos, para a presidência do Banco Central (BC). O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no Palácio do Planalto. Galípolo já integra a Diretoria de Política Monetária do BC e tinha seu nome como um dos mais fortes candidatos à indicação.

O presidente do Sebrae, Décio Lima, avalia que o presidente Lula acertou na indicação.

Estamos muito confiantes na indicação de [Gabriel] Galípolo para o Banco Central. Ele nos traz lampejos de equilíbrio para que a taxa Selic seja justa com o povo brasileiro, para que o Banco Central tenha uma sinergia com o crescimento econômico do nosso país e uma responsabilidade sobretudo com aqueles que precisam acessar ao crédito.

Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

Décio Lima ressalta que os micros e pequenos empreendedores são os que mais podem ser beneficiados com uma política de crédito justa, proporcionando um crescimento ainda maior para o país. “Cerca de 80% desse público não consegue acessar o crédito e, com isso, não consegue manter a sua economia e fazer escala. Este é um momento de reunirmos força e esperanças para que tenhamos um Banco Central parceiro do povo brasileiro e do crescimento econômico do nosso país”, destacou o presidente do Sebrae.

Agora, o nome do atual diretor do Banco Central precisa ser submetido à apreciação do Senado Federal antes de assumir o cargo. Ele será sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Na sequência, a indicação terá que passar por votação secreta no plenário da Casa. A expectativa é que isso ocorra após as eleições municipais.

Taxa de juros

Apesar de a taxa básica de juros (Selic) estar atualmente no patamar de 10,5% ao ano, levantamentos do Sebrae indicam que a média nacional da taxa de crédito para os microempreendedores individuais é quatro vez superior (44%) – podendo chegar a 51% para os empresários do Nordeste. Entre as microempresas, a média atual é de 42,49%; já para as empresas de pequeno porte (EPP), ela fica em 31,54%.

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