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Sem acordo, greve de pilotos e comissários pode começar em 1º de janeiro

PANROTAS / Emerson Souza

Convenção coletiva vence em 29 de dezembro e proposta é tratada como final

O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) realizou, nesta sexta-feira (26), uma live para esclarecer aos tripulantes os principais pontos da proposta em negociação com as empresas aéreas, que pode resultar em greve de pilotos e comissários a partir de 1º de janeiro de 2026, caso não haja acordo.

Segundo o sindicato, as negociações estão em andamento desde setembro e passaram por diversas rodadas e impasses. A proposta atualmente em discussão consta na ata de mediação e, de acordo com o SNA, foi apresentada pelo vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), sendo considerada pelas empresas como limite máximo de negociação.

Entre os pontos destacados pelo sindicato está a manutenção da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) vigente até 29 de dezembro, data considerada estratégica por ocorrer em um dos períodos de maior movimento do setor aéreo. As empresas, no entanto, afirmaram que não avançarão além da proposta apresentada.

O SNA alertou que, caso a proposta não seja aprovada, a partir de 30 de dezembro a CCT deixa de vigorar, o que pode resultar na perda de benefícios e insegurança jurídica para a categoria. Todos os cenários – aprovação do acordo ou deflagração de greve – serão debatidos e definidos em assembleia marcada para a próxima segunda-feira (29).

Durante a live, o presidente do SNA, Tiago Rosa, explicou que, em caso de rejeição da proposta, o movimento grevista deverá respeitar o prazo legal de 72 horas de aviso, o que possibilitaria o início da paralisação a partir de 1º de janeiro. Segundo ele, as empresas devem recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho, que pode estabelecer percentuais mínimos de operação durante a greve.

O dirigente reforçou que a mobilização da categoria será determinante para os desdobramentos do processo e para a manutenção de cláusulas consideradas essenciais. “A força do sindicato é a força da categoria”, afirmou, destacando que o objetivo da transmissão de hoje foi garantir transparência e voto consciente por parte dos aeronautas.

Pilotos e comissários da Latam já tinham aprovado a proposta

É bom frisar que na votação realizada on-line, nos dias 11 e 12 de dezembro, os aeronautas associados da Latam Airlines Brasil já tinham deliberado por aprovar as propostas da empresa de Acordos Coletivos de Trabalho, divididos por função, ou seja, não fazem parte do pleito.

Na ocasião, os pilotos aprovaram a proposta com 50,15% de votos a favor, 49,39% de votos contra e 0,46% de abstenções. Já os comissários aprovaram o ACT com 60,33% de votos favoráveis e 38,77% de votos contrários, além de 0,90% de abstenção.

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