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SergipePrevidência e Polícia Militar conscientizam servidores ativos e aposentados sobre violência contra a mulher – P.M.S.E.

Ação conjunta, que também contou com participação da Sead, promoveu diálogo, conscientização e fortalecimento da rede de apoio no combate à violência doméstica contra mulheres

Agosto Lilás e o enfrentamento à violência em razão de gênero. Essa foi a temática da Roda de Conversa realizada nesta segunda, 19, pelo SergipePrevidência, Secretaria de Estado da Administração (Sead) e Ronda Maria da Penha, da Polícia Militar (PMSE), vinculada à Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP). A proposta foi informar e orientar a sociedade e, em especial, as mulheres sobre o que é violência e conscientizá-las, para que possam buscar ajuda e por rede de apoio.
  
Larissa Flores é técnica de enfermagem da Perícia Médica do Estado, vinculada à Sead, e conta como se sentiu durante e após a roda de conversa sobre o Agosto Lilás. 

“Sou uma agente transformadora e multiplicadora desse assunto, e de muitos outros. A conversa foi bem didática, esclarecedora, provocativa e reflexiva. Essencial para qualquer pessoa e público, de qualquer faixa etária, especialmente, por ser um assunto muito sensível e delicado. A major Fabiola soube abordar e explicar, com muita competência e assertividade, cada etapa do ciclo de violência doméstica. Sejamos agentes transformadoras e multiplicadoras de boas ações e informações”, ressalta Larissa.   
 
Coordenadora da Ronda Maria da Penha, da Polícia Militar, major Fabíola Goes, explica que parcerias institucionais são fundamentais para alcançar diversos perfis de público.
 
“De pessoas mais jovens às mais experientes. Quanto mais gente acolhermos, ouvirmos e apoiarmos melhor, para a Segurança Pública e para a sociedade sergipana. A violência doméstica é a mais democrática, atinge a todas as classes sociais, idades, cores e locais. É importante unir e conversar com todos os perfis de público, para a gente ouvir, acolher, partilhar e aprender, também, com as experiências nossas e de outras mulheres. Estamos juntas. Cada ação colaborativa é essencial nesse processo”, destaca a major Fabíola.

Fonte: ASN

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