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Convênio entre Sebrae e Rede Cuidare leva acreditação para laboratórios de análises clínicas

Cento e cinco laboratórios considerados pequenos negócios foram capacitados por 10 meses em gestão da qualidade, visando alcançar êxito em uma auditoria de acreditação a ser realizada por organizações específicas no tema, tais como DICQ ou PALC, principais acreditadoras de laboratórios de análises clínicas no Brasil. O convênio tem o objetivo de aprimorar a qualidade e a competitividade desses pequenos laboratórios, visando sua Acreditação.

A acreditação evidencia a qualificação técnica do laboratório clínico perante autoridades sanitárias e comunidade, além de viabilizar mais competitividade dentro do mercado. Outro objetivo é certificar laboratórios clínicos que atendem a rigorosos padrões de qualidade, segurança e gestão. A acreditação é um reconhecimento formal de que o laboratório segue normas específicas que asseguram a precisão e a confiabilidade dos resultados dos exames.

A parceria teve como público-alvo, em especial, laboratórios considerados pequenos negócios, situados em pequenas cidades ou na periferia das grandes, que atendessem prioritariamente o Sistema Único de Saúde (SUS) e a população de menor poder aquisitivo.

Acreditação é uma certificação de qualidade. É quando uma instalação ou até um serviço passa por uma auditoria que observa determinadas características e parâmetros, e diz que aquele bem ou serviço tem uma qualidade excelente, ganhando assim uma certificação.

Flávio Barros, analista de competitividade do Sebrae Nacional

O Brasil conta com o número aproximado de 27 mil laboratórios de análises clínicas, sendo 85% compostos por micro e pequenas empresas. O setor alicerça 70% das decisões médicas no diagnóstico de doenças, suprindo 95% da demanda de exames laboratoriais do Sistema Único de Saúde (SUS). O processo de seleção dos 105 laboratórios seguiu critérios específicos. “Nós fizemos uma seleção partindo de alguns parâmetros”, detalha Flávio. São eles:

  1. atendimento: se atendia o SUS;
  2. tamanho da empresa: ser pequeno negócio; e
  3. localidade: se era do interior ou atendia em periferia.

“A gente quer atender aos pequenos laboratórios, os que atendem essas populações mais carentes dentro do SUS, é essa a intenção”, completa o analista.

Fonte: Agencia Sebrae

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