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Iphan inicia levantamento de boas práticas em centros históricos brasileiros

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) convidam municípios, instituições públicas, universidades, organizações da sociedade civil, especialistas, pesquisadores e demais atores envolvidos com a preservação e valorização do patrimônio cultural a compartilharem experiências, projetos e iniciativas desenvolvidos em centros de cidades históricas brasileiras.

A ação integra a Estratégia Centro Vivo e busca identificar e reunir boas práticas relacionadas à preservação do patrimônio cultural, reabilitação urbana, habitação, ocupação de espaços públicos, turismo sustentável, economia criativa, desenvolvimento local e outras iniciativas que contribuam para a vitalidade dos centros históricos. As experiências recebidas poderão subsidiar a construção de um banco de referências e de materiais de apoio para o fortalecimento das políticas públicas relacionadas ao tema.

Os interessados podem participar preenchendo o formulário disponível neste link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfsS4TEkfPIqWM245eD6jAB7DatoYOEqD4hnP5w1Vs7Gb_ylw/viewform?pli=1 . O prazo para envio das contribuições é até o dia 15 de julho.

O que é a Estratégia Centro Vivo?

A Estratégia Centro Vivo é uma iniciativa do Iphan, em parceria com a Unesco, voltada ao fortalecimento e à ativação sustentável dos centros históricos brasileiros. Instituída pela Portaria Iphan nº 345, de 27 de março de 2026, a iniciativa busca promover a proteção, a valorização e a gestão integrada do patrimônio cultural presente nesses territórios.

A proposta reconhece o patrimônio cultural como um ativo estratégico para o desenvolvimento territorial, incentivando sua integração com políticas de desenvolvimento urbano, habitação, turismo sustentável, inclusão social e desenvolvimento econômico local.

A Estratégia está estruturada em instrumentos voltados à cooperação entre os entes federativos, à disseminação de conhecimento, à troca de experiências e ao fortalecimento das capacidades institucionais para a gestão dos centros históricos. Entre eles, destaca-se a Rede Centro Vivo, criada para divulgar boas práticas e promover a articulação entre iniciativas locais, instituições parceiras e programas federais. Com apoio da Unesco, a Estratégia também prevê a oferta de assessoria técnica especializada a municípios-piloto que abriguem sítios reconhecidos como Patrimônio Mundial.

Fonte: AJN1

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