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Coco Gauff aconselha João Fonseca após queda em Roland Garros

Número 2 do mundo e em busca do seu primeiro título em Roland Garros, Coco Gauff aconselhou João Fonseca após a queda do brasileiro para Jack Draper, na terceira rodada do Grand Slam parisiense.

Vice-campeã de Roland Garros em 2022, quando foi superada por Iga Swiątek, a norte-americana de 21 anos lembrou que já passou pelo mesmo que João no início da carreira. Mesmo sabendo que poderia vencer suas rivais, elas já tinham alho que ainda faltava para ela: experiência.

“Acho que muito disso é apenas experiência… Às vezes você pode se sentir um jogador melhor do que eles, mas talvez, você sabe, eu acho que o que faz a diferença é que eles sabem o que fazer nesses momentos difíceis”, disse Gauff.

A tenista norte-americana elogiou o talento e o desempenho do brasileiro nas quadras com apenas 18 anos, lembrando que a diferença de sua idade para a de Draper, de 23, também implica na questão física, que no tênis masculino é um pouco maior que no feminino.

“Obviamente, ele é muito talentoso e está indo muito bem. Tudo virá com a experiência e o tempo, e, obviamente, na categoria masculina é um pouco diferente, só em termos de físico, e o fato de que aos 18 anos ele está chegando à terceira rodada de Grand Slams e fazendo as coisas que fez, especialmente no masculino, onde acho que a diferença física entre 18 e 23 anos é um pouco maior do que no feminino”, prosseguiu.

Gauff ainda revelou que está animada com o que vem pela frente na carreira de João Fonseca no tênis, colocando expectativa na evolução do brasileiro.

“Estou muito animada para ver onde ele estará daqui a alguns anos. Acho que só de saber que às vezes você quer os resultados, tipo, agora, e não percebe o quanto pode melhorar nesses anos. Então, tenho certeza de que outras pessoas ao redor dele o conscientizam disso”, disse.

“Obviamente, o atalho é ser talentoso, simplesmente talentoso por natureza. Esse seria o atalho, que ele já tem, de certa forma”, prosseguiu, antes de finalizar.

“Acho que quando se trata, sim, daqueles momentos finais, de chegar às quartas, semifinais e finais de grandes torneios, com certeza, acho que é mais uma questão de experiência também.”

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