Cadastro realizado no Hemose amplia possibilidade de encontrar doadores compatíveis para pacientes que aguardam transplante
Neste sábado, 19, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea, data que reforça a importância da solidariedade e da conscientização sobre o cadastro de voluntários que podem, no futuro, ajudar pacientes que aguardam um transplante. O Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), unidade gerida pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), é responsável por realizar o cadastro de possíveis doadores no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), coordenado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Em 2025, de janeiro a dezembro, foram registrados 3.159 cadastros de doadores voluntários de medula óssea no Hemose. Já de janeiro a junho de 2026, foram realizados 1.170 novos cadastros. A chance de encontrar no Brasil uma medula óssea compatível com a de uma pessoa que não seja da mesma família é de uma em 100 mil. Quando é necessário ampliar a busca para outros países, essa possibilidade pode chegar a uma em 1 milhão.
De acordo com a superintendente do Hemose, Fernanda Kelly Fraga, o cadastro de doadores de medula óssea é de extrema importância, já que a compatibilidade entre doador e paciente é rara e pode representar uma nova oportunidade de vida. “O cadastro para doação de medula óssea é um gesto de solidariedade que pode representar uma nova oportunidade de vida para um paciente que aguarda um doador compatível. Muitas vezes essa compatibilidade é rara, por isso é de extrema importância ampliar o número de voluntários cadastrados. O Hemose está preparado para orientar e realizar esse cadastro, contribuindo para fortalecer essa rede de esperança e solidariedade”, destaca a superintendente.
O Hemose realiza o cadastro de doadores de medula óssea de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h, na unidade localizada na Avenida Professor José Bonifácio Fortes Neto, nº 400, no bairro Capucho, em Aracaju.
Critérios
Para se cadastrar é necessário ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado geral de saúde e apresentar documento oficial com foto. No Hemose, o voluntário preenche o cadastro, assina o termo de consentimento e realiza a coleta de uma amostra de sangue para a identificação dos genes HLA, responsáveis pela análise de compatibilidade. O cadastro permanece ativo no Redome até que o doador complete 60 anos.





Fotos: Ascom FSPH
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Fonte: Secretaria de Estado da Saude de Sergipe