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Micro e pequenas empresas geraram quase 750 mil empregos no primeiro semestre | ASN Nacional

As micro e pequenas empresas continuam a contribuir para o crescimento da economia brasileira. De acordo com levantamento do Sebrae, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mais de 747,6 mil pessoas foram contratadas pelas Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) no primeiro semestre deste ano. Somente em junho, foram cerca de 106,9 mil novos postos gerados no setor, o que representa 64% do total de contratações.

“Os pequenos negócios são uma força essencial para a nossa economia pela sua capacidade de gerar emprego e renda para a população, além da resiliência e da determinação para superar os desafios de um mercado que não foi criado para eles. São os maiores geradores de novas vagas formais, o que representa mais oportunidade e inclusão”, afirma o presidente do Sebrae, Décio Lima.

As micro e pequenas empresas também foram uma porta de inclusão para que o país saísse do Mapa da Fome, Décio Lima, presidente do Sebrae.

Em junho, o setor de Serviços foi o que registrou o maior volume de novos postos de trabalho, entre as MPE, com 44,7 mil novos registros, seguido pelo Comércio (28,1 mil) e Construção (16,8 mil). Atividades como locação de mão de obra temporária, atendimento hospitalar, transporte rodoviário de carga e supermercados estão entre as que mais contrataram. Já no semestre, o setor de Serviços teve um saldo positivo de 386,1 mil empregos, com a Construção (138,6 mil) e a Indústria de Transformação (110,7 mil) na sequência.

Mais oportunidades

Assim como o Caged vem apresentando números expressivos na contratação de pessoas, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Mensal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que o país alcançou a menor taxa de desocupação dos últimos 13 anos, quando o índice começou a ser verificado. A taxa de desemprego no trimestre entre abril e junho de 2025 foi de 5,8%, uma redução de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (7,0%) e de 1,1 ponto percentual na comparação ao mesmo período em 2024.

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