Momento foi marcado por homenagens às instituições parceiras e servidoras aposentadas
O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador em Aracaju (CEREST) completou 21 anos de história. O procurador do Trabalho Adroaldo Bispo participou da celebração que reuniu servidoras e servidores do órgão e representantes de instituições parceiras.
O CEREST Aracaju, localizado no Edifício Estado de Sergipe, realiza atendimento em saúde no trabalho e promove assistência aos trabalhadores que foram acometidos por alguma doença ou agravo relacionado ao trabalho.
Para a coordenadora da Rede de Atenção da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, Lívia Prado, um princípio básico do órgão é o acolhimento. “Nosso trabalho aqui é acolher e escutar todos os trabalhadores, sejam eles referenciados ou não, para melhoria do ambiente do trabalho. Estamos sempre tentando melhorar na sensibilização de toda a população”.
Durante o evento, servidoras aposentadas foram homenageadas com um certificado de agradecimento aos serviços prestados. Leny Maria da Silva trabalhou no CEREST por 14 anos e sua atuação estava ligada aos acidentes de trajeto. “Cada um de nós, independente do jeito que vamos ou voltamos do trabalho, a pé, de bicicleta ou de carro, temos o trânsito em comum. E fomos percebendo que muitos acidentes não são notificados. São desafios constantes, no dia a dia, mas que a gente precisa estar a todo momento conscientizando o trabalhador e os gestores também”.
Atualmente, é possível observar um crescimento exponencial de casos de afastamentos no trabalho por adoecimento mental. Para o procurador Adroaldo Bispo, esse é um problema que só pode ser enfrentado com a união de forças entre os órgãos.
“No evento, provoquei o CEREST para que nós pudéssemos pensar num projeto para enfrentar um grande problema presente na realidade da população trabalhadora, que é o adoecimento laboral. Se essas instituições não unirem suas forças e derem as mãos para o enfrentamento do adoecimento mental, logo estaremos numa grave pandemia assolando a sociedade mundial como um todo”, afirmou o procurador.
Texto e foto MPT