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Parceria entre Sebrae e Startup World Cup abre caminho para startups brasileiras no mercado internacional

Fundamental para ampliar oportunidades de startups brasileiras se conectarem ao ecossistema internacional de inovação, a parceria entre o Sebrae e a Startup World Cup tem avançado. Pela primeira vez, uma das maiores competições globais neste segmento integrou a programação do Startup Summit, realizado em Florianópolis (SC) nesta semana. Lá, a empresa paulista Maria Educação venceu a etapa regional e garantiu uma vaga para representar o Brasil no Vale do Silício, nos Estados Unidos.

Voltada à personalização da aprendizagem, a Maria Educação utiliza inteligência artificial para avaliar e diagnosticar o desempenho dos estudantes e criar trilhas de conteúdo adaptadas às necessidades de cada aluno. A tecnologia atende da educação básica ao ensino superior e permite que a experiência seja ajustada à medida que o estudante avança no processo de aprendizagem.

Para Davi Xie, sócio da Maria Educação, a classificação na competição mundial representa uma oportunidade de apresentar a empresa a novos mercados, investidores e parceiros. “Mesmo que a gente não ganhe, é uma oportunidade única de divulgar a Maria. Estamos buscando investimento, parceiros e a internacionalização da empresa. Ir para o Vale do Silício vai ser uma baita oportunidade para mostrar o nosso trabalho e avançar nesse processo”, destaca.

Representante da Startup World Cup no Brasil, Fernanda Bulhões destaca que a parceria com o Sebrae facilitou o acesso da competição a negócios inovadores de diferentes regiões e, ao mesmo tempo, criou uma ponte para que essas empresas brasileiras olhem além do mercado nacional.

“A parceria com o Sebrae foi fundamental porque tivemos acesso a um banco de startups muito grande e organizado. É uma via de mão dupla: o Sebrae nos possibilita esse acesso e nós ajudamos a levar essas startups para fora. É um ganha-ganha e uma colaboração que nasceu de forma muito vencedora e tem potencial para crescer”, celebra Fernanda.

Para Cristina Mieko, Head de Startups do Sebrae Nacional, a iniciativa amplia a visibilidade dos negócios brasileiros e favorece a aproximação com investidores internacionais. “É a chance de captar esses investidores. O pitch é uma forma de falar bem do negócio, apresentá-lo e conseguir fazer as captações corretas”, afirma.

Rumo ao Vale do Silício

Com o Sebrae, são duas seletivas no Brasil. Na de Florianópolis, entre 10 finalistas, a startup Maria Educação foi a escolhida e será uma das três representantes brasileiras na final da Startup World Cup. A outra seletiva com o Sebrae ocorrerá ainda este ano. Em novembro, as selecionadas seguem para o Vale do Silício, onde disputarão com empresas de diferentes países um investimento de US$ 1 milhão.

Fonte: Agencia Sebrae

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