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São João deve injetar cerca de R$ 2 bilhões na economia e atrair mais de 1,5 milhão de turistas para a Bahia

São João Batista é conhecido como santo festeiro e celebrado só no dia 24 de junho. Porém, durante todo o mês, os festejos aquecem a economia da Bahia.

De acordo com a Secretaria Estadual de Turismo, o período deve injetar cerca de R$ 2 bilhões no estado. Somente a Central de Abastecimento de Salvador (Ceasa) já movimentou mais de R$ 1 milhão com a venda de amendoim e R$ 3,8 milhões com a de milho verde, produtos que são destaque nesse período.

Com tradições, forró e comidas típicas a festa junina deve atrair ainda mais de 1,5 milhão de turistas para a capital e o interior da Bahia neste ano. Segundo estimativa da secretaria haverá atrações em todos os 417 municípios.

Quem fica em Salvador conta com 12 dias de festa no Parque de Exposições da cidade com atrações como, Simone Mendes, Dorgival Dantas e Flávio José, além de apresentações culturais com quadrilhas que também acontecem no subúrbio e ainda outros shows no Centro Histórico de Salvador, com os autênticos grupos pé-de-serra e o som inconfundível do pernambucano Geraldo Azevedo. A programação completa pode ser vista no site oficial do governo.

No mês de junho, além do São João, outros santos também são celebrados: Santo Antônio, no dia 13, e São Pedro, no dia 29. A comemoração é mais forte no Nordeste.

Em entrevista à CNN, o historiador Ricardo Carvalho, contou que os elementos dessas festividades juninas carregam raízes ancestrais e se misturam com as tradições europeias.

“Essas festividades já estavam na Europa e outras regiões do Oriente Médio, associadas ao solstício de verão, que é aquele período em que os dias são mais longos durante a estação no Hemisfério Norte, onde as colheitas são mais fartas. Estão existia essa celebração pela colheita e fartura.”

“Quando os europeus vieram colonizar o Brasil e, com isso, trazendo a religiosidade de matriz católica, acabaram trazendo essas festividades para cá. Ao chegar aqui, encontraram as peculiaridades da cultura indígena, como por exemplo as fogueiras, além de toda essa riqueza multicultural vinda de África com a música e culinária. Consequentemente, com essa junção, a gente acabou criando essa que é, talvez, a maior celebração do Brasil”, disse o professor.

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